terça-feira, 2 de novembro de 2010

Arrumar a cama faz mal à saúde

É bagunçada, mas é limpinha


Gostou, né? Se você é daqueles que “esquecem” ou “não têm tempo” de arrumar a cama quando levantam, não precisa mais se envergonhar por isso. Pelo contrário. Quando aparecer alguém te chamando de desleixado ou preguiçoso, pode dizer, com toda a dignidade, que você está apenas cuidando da saúde.
Uma pesquisa da Universidade de Kingston, na Inglaterra, mostrou que manter a cama desarrumada é uma forma de acabar com os ácaros que vivem nela (choque-se: pode ter até um milhão e meio deles por lá). E isso ajuda a prevenir uma porção de alergias e problemas respiratórios.
Por quê? Os ácaros precisam de calor e umidade para sobreviver. E, segundo o cabeça do estudo, uma cama bagunçada tende a ser mais fria e seca do que uma cama arrumadinha, o que mata os bichos por desidratação. (Mas bagunça também tem limite: não arrumar a cama não é a mesma coisa que não trocar os lençóis nunca, viu? Aí sim os bichos se reproduzem mais e mais.)


Vegetarianos são mais inteligentes

Eistein 2.0

É o que dizem pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido. Eles analisaram os hábitos alimentares e o QI de oito mil voluntários num período de 20 anos (fizeram testes quando todos tinham dez anos de idade e de novo aos 30) e notaram que o QI dos que seguiam dietas vegetarianas era, em média, cinco pontos mais alto do que o daqueles que comiam carne regularmente. Com os pontinhos a mais, os vegetarianos também eram mais propensos a ter diploma de curso superior e empregos melhores.
Por quê? Os caras ainda não sabem ao certo. Mas, até então, eles trabalham com duas hipóteses: (1) a alimentação saudável do vegetariano poderia, de algum forma, aumentar sua capacidade cerebral (explicação que não acham tão provável); e (2) as pessoas de QI mais alto podem ser mais propensas a se preocuparem com o bem-estar dos animais, além de serem mais atentas aos benefícios de uma dieta saudável – o que as levaria direto para os braços do vegetarianismo (nessa eles botam uma fé especial e prometem investigar mais).
Boa “vingança” para quem já foi motivo de piada ao pedir um cachorro quente completo, mas sem salsicha na banquinha da esquina, né? 




segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O homem-árvore


Um pescador da indonésia, Dede, deixou médicos locais sem respostas há duas décadas. Depois de cortar seu joelho, várias crostas de pele rígidas começaram a surgir de sua ferida, e então por suas mãos, pés e rosto.
Com a doença, Dede foi abandonado pela mulher, e com duas filhas, chegou mesmo a fazer parte de um “circo de horrores“, recebendo dinheiro para se expor em público. Foi batizado de “homem-árvore”.
Mas a cura parece ter finalmente chegado a Dede, com um documentário do Discovery Channel que pagou a um médico para finalmente diagnosticar a doença. Segundo o doutor Anthony Gaspari, Dede foi infectado pelo Papiloma Vírus Humano (HPV), que comumente causa pequenas verrugas. Mas Dede parece sofrer de uma rara falha genética que impede seu sistema imunológico de conter as verrugas.
Você pode conferir  imagens de Dede aquiAs imagens são um tanto fortes.
A condição também seria responsável por chifres em humanos e mesmo em coelhos, e podem responder por lendas folclóricas — de humanos e coelhos com chifres, a “homens-árvore”. Um outro homem na Europa Ocidental também parece ter exatamente a mesma condição de Dede.









A mulher com a cintura mais fina do mundo!

As imagens abaixo circulam pela web desde 2008 e mostram uma mulher com uma cintura tão fina que é impossível de se acreditar que sejam reais.









Por mais increça que parível, essas imagens são reais!
A moça que aparece nas fotos é a americana Cathie Jung e ela detem o recorde mundial como o ser humano vivo com a cintura mais fina do mundo!
Cathie Jung, nasceu em 1937 e, no auge de seus 73 anos e mãe de 3 filhos, jura de pé junto que - apesar de ser casada com um cirurgião - nunca fez nenhum tipo de cirurgia para ter essa cinturinha de pilão (um pilão bem fino, por sinal!).
Para alcançar a incrível marca de 38 centímetros de circunferência, Cathie afirma que usa espartilhos apertadíssimos a maior parte do dia (e da noite!) desde 1983. Além disso, a diferença de tamanho entre os seios e quadris dá a impressão de que a sua cintura é mais fina do que realmente é!
Atualmente, ela vive em Old Mystic, no estado do Connecticut e seu marido diz que o uso prolongado do acessório não causou nenhum problema de saúde em sua mulher.
Exageros à parte, qual a razão dessa fixação que o ser humano tem por mulheres de cintura fina? 
Enquanto os cientistas de plantão na internet ainda não nos ajudam nessa questão, encontramos na web uma explicação do zoológo e etólogo, Dr. Desmond Morris, que cai como uma luva.
O Dr. Desmond - autor de vários livros - escreveu em seu "O Macaco Nu", uma análise zoológica do animal humano e, segundo ele, a mulher é, em suas próprias palavras, "o mais extraordinário organismo existente no planeta".
Em um capitulo de seu livro, Morris afirma que:
 "A razão por que homens são atraídos por fêmeas de cintura fina é tão simples quanto cruel: depois do primeiro parto, essa parte do corpo se expande irremediavelmente. "Mesmo que ela consiga, com um regime alimentar rigoroso, recuperar o corpo esbelto que tinha antes da gravidez, a cintura nunca vai ser tão fina", afirma Morris. Segundo ele, depois de vários partos, a circunferência da cintura da mulher aumenta de 15 a 20 cm. Portanto, uma cintura de pilão dá ao homem a impressão de estar diante de uma fêmea que ainda não desempenhou sua função de reprodutora - o que, em tempos primitivos, significava quase o mesmo que uma mulher virgem. " (trecho retirado do blog Agencia Humanidade)

O blog Hypescience publicou no dia 10 de janeiro de 2007, um texto mostrando um
"...estudo divulgado pelo jornal britânico Proceedings of the Royal Society B, defendendo que que a cintura fina é um objeto de desejo que supera o tempo e as culturas. Segundo o estudo, a cintura fina é sinal de boa saúde e fertilidade, pois suas pesquisas estabeleceram um vínculo entre a obesidade abdominal e diminuição de estrogênio, uma fecundidade reduzida e um risco maior de desenvolver doenças sérias. Mas "mesmo sem o benefício do conhecimento médico moderno, tanto escritores asiáticos quanto britânicos intuíam o vínculo biológico entre saúde e beleza", afirmaram os autores do estudo, Devendra Singh, Peter Renn e Adrian Singh.

"Apesar da variação das descrições de beleza, a marca de saúde e fertilidade - a cintura fina - sempre foi um símbolo imutável de beleza feminina", concluíram. "

O termo usado para esse tipo de modificação corporal é "tightlacing". O termo é novo, porém essa prática é documentada desde a idade média. Para saber mais a respeito dessa "técnica", recomenedamos a leitura de dois artigos. Um, publicado no excelente blogs Linda e Sexy e ou outro, no Persefone Loki.